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💭 Jean Molière: A Palavra Revela os Pensamentos e a Essência de Cada Pessoa

  💭 As Palavras São Retratos dos Nossos Pensamentos Uma reflexão sobre a força da palavra, a inteligência e a essência humana. As palavras que pronunciamos diariamente carregam muito mais do que simples significados. Elas revelam ideias, sentimentos, intenções e a maneira como enxergamos o mundo. Por meio delas, expressamos aquilo que habita em nossa mente e compartilhamos com as outras pessoas uma parte de quem somos. "A palavra foi dada ao homem para explicar os seus pensamentos, e assim como os pensamentos são os retratos das coisas, da mesma forma as nossas palavras são retratos dos nossos pensamentos." — Jean Molière 🧠 As palavras revelam o que pensamos Nossos pensamentos influenciam nossas escolhas, nossas atitudes e a maneira como nos relacionamos com as pessoas. Quando transformamos esses pensamentos em palavras, damos forma às nossas ideias e permitimos que os outros compreendam um pouco do nosso universo interior. ...
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Frases do Minuto

Uma frase especial para cada momento


Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.
(...)

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