"Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente."
— Dalai Lama
Esta reflexão nos ensina que o outono é a prova física da transitoriedade. A árvore que ontem encantava pelas flores, hoje ensina pela nudez.
Aceitar que as coisas mudam — e que sua essência é, em última análise, o vazio — não é uma mensagem de tristeza, mas de libertação. Quando entendemos que nada é estático, aprendemos a apreciar o momento presente sem o peso do apego.
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