O maestro da Bossa Nova, Tom Jobim, sempre soube que a música e a poesia caminham de mãos dadas. Nestes versos, ele expressa aquele desejo comum a todos os que amam: a busca pela palavra perfeita, pela nota exata que consiga traduzir o que o coração sente.
Mesmo dizendo "quem me dera ser poeta", Tom prova que já o era. Sua melodia é a própria poesia em movimento, provando que quando o louvor ao amor é sincero, a beleza surge naturalmente, seja em forma de canção ou de versos apaixonados.
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