Com sua clareza característica, o Mestre DeRose nos alerta sobre a armadilha do ego e da superficialidade. Em um mundo focado no visual e no imediato, é fácil encontrar estruturas que parecem sólidas e vibrantes, mas que não possuem conteúdo real ou propósito profundo.
Ser um "balão" é viver de aparências, flutuando conforme o vento das opiniões alheias. A verdadeira evolução exige que troquemos o "vento" pelo conhecimento e pela consistência interna, para que nossa beleza não seja apenas uma casca frágil.
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