Enquanto o mundo valoriza a retenção máxima de informações, Nietzsche nos convida a olhar para o esquecimento como uma virtude. Para ele, a capacidade de esquecer é o que permite a inocência da criança e a renovação do prazer.
Sem o peso do passado, cada reencontro com uma música, um livro ou um momento torna-se uma estreia emocional. É a vida sendo celebrada sem o filtro do tédio ou da repetição.
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